Doenças respiratórias, como a DPOC e a asma, afetam a qualidade de vida dos pacientes, por produzirem sintomas como tosse, expectoração e falta de ar, que muitas vezes impedem a realização de atividades básicas do dia a dia [I II]. O impacto é profundo: 40 mil brasileiros morrem de DPOC todos os anos [III], e estima-se que a doença pulmonar será a terceira maior causa de morte no mundo em 2020 [IV]. Daí a importância de se falar amplamente sobre o assunto, conscientizar a população sobre o problema e aumentar o acesso a medicamentos que tratem a condição, visto que:
• 71,4% de subdiagnóstico em indivíduos com fatores de risco atendidos na atenção primária [V].
• 50% dos pacientes já estão em estágio moderado da doença no momento do diagnóstico [VI].
• O diagnóstico precoce e tratamento adequado reduzem taxas de exacerbação, (crises respiratórias) internação hospitalar e mortalidade, especialmente em pacientes com 50 a 70 anos de idade. [VIII]
O médico pneumologista Dr. Júlio Abreu lista 7 dicas práticas que pacientes com doenças respiratórias crônicas, como asma e DPOC, podem seguir para reduzir a frequência dessas crises respiratórias que comumente os afetam.
• Seguir regularmente o tratamento prescrito;
• Vacinar contra gripe anualmente e contra a pneumonia de acordo com a orientação médica;
• Realizar de atividades físicas regularmente, seguindo plano de orientação médica
• Caso seja fumante, parar com o uso do cigarro.
• Seguir uma dieta com baixo teor de carboidratos se estiver com sobrepeso ou obeso.
• Discutir com seu médico um plano de ação caso haja uma piora dos sintomas.
• Procurar um serviço de saúde se não apresentar melhora seguindo o plano de ação proposto no item 6, principalmente se estiver com aumento significativo da falta de ar.
=12ptVI- I – Halbert RJ, Isonaka S, George D, Iqbal A. Interpreting COPD prevalence estimates: What is the true burden of disease? Chest [Internet].2003;123(5):1684-92.
=12ptII- Centers for Disease Control and Prevention (CDC).Chronic obstructive pulmonary disease among adults–United States, 2011. MMWR Morb Mortal Wkly Rep [Internet]. 2012 Nov 23;61(46):938-43. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23169314 Acesso em 5 de setembro de 2020.
=12ptIII- Centers for Disease Control and Prevention (CDC).Chronic obstructive pulmonary disease among adults–United States, 2011. MMWR Morb Mortal Wkly Rep [Internet]. 2012 Nov 23;61(46):938-43. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23169314 Acesso em 5 de setembro de 2020.
=12ptIV- Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease – GOLD: Global strategy for the diagnosis, management, and prevention of chronic obstructive lung disease 2020 report. Disponível em: http://goldcopd.org/wp-content/uploads/2019/11/GOLD-2020-REPORT-ver1.0wms.pdf Acesso em 03 set 2020.
=12ptV-Moreira GL, Manzano BM, Gazzotti MR, Nascimento OA, Perez-Padilla R, Menezes AM, et al. PLATINO, a nine-year follow-up study of COPD in the city of São Paulo, Brazil: the problem of underdiagnosis. J Bras Pneumol. 2014 Jan-Feb;40(1):30-7
=12ptVII- Mape DW, Dalal AA, Blanchette CM, Petersen H, Ferguson GT. Severity of COPD at initial spirometry-confirmed diagnosis: data from medical charts and administrative claims. Int J Chron Obstruct Pulmon Dis. 2011;6:573-81.
=12ptVIII-Celli B, Decramer M, Kesten S, Liu D, Mehra S, Tashkin DP, et al. Mortality in the 4-year trial of tiotropium (UPLIFT) in patients with chronic obstructive pulmonary disease. Am J Respir Crit Care Med. 2009 Nov 15;180(10):948-55
=12ptIX -Fernandes FLA, Cukier A, Camelier AA, Fritscher CC, Costa CH da, Pereira
=12ptEDB, et al. Recommendations for the pharmacological treatment of COPD: questions and answers. J Bras Pneumol [Internet]. 2017;43(4):290-301. Available from: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1806-37132017000400290&lng=en&tlng=en.
=12ptCódigo Veeva: Dr. Julio MPR-BR-101290

